Paula Astiz

Mais do que apenas solucionar problemas, a função do designer gráfico hoje é principalmente criá-los, no sentido de questionar uma ordem vigente. Acredito no design gráfico como formador de opinião, com um discurso ativo na produção de novas formas de conhecimento e contribuições significativas à nossa sociedade. […] Em um país como o Brasil, onde as disparidades sociais e econômicas são gritantes, o designer deve ter um papel de contestador. Nesse sentido, acredito que o designer deva ter o poder de interferir na mensagem transmitida pelo trabalho, ter voz ativa em relação ao seu conteúdo, ao seu significado intrínseco – ou seja, acredito em um trabalho autoral.”

Rolar para o topo